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‘Existe um gato ideal para cada tipo de pessoa’, explica veterinária

26 junho 2013 às 17:54

Fonte: Portal do G1 – Paraná

Exposição em São José dos Pinhais, no Paraná, reúne gatos de 12 raças.
Especialista explica os cuidados necessários com estes animais.

 

 

 

 

 

 

O número de pessoas que escolhem um gato como animal de estimação aumenta cada vez mais no Brasil. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (ABINPET), a população destes felinos tem crescido mais que o dobro da de cães e deve ser a maioria em dez anos – atualmente são 37,1 milhões de cães contra 21,3 milhões de gatos. Porém, de acordo com especialistas, a escolha do pet ideal deve passar por alguns fatores, que vão desde a personalidade do dono até o tempo disponível.

“Existe um gato para cada tipo de pessoa. É preciso analisar o tempo que tem disponível para cuidar do gato, qual é o seu ritmo, se é uma pessoa mais agitada, mais tranquila. Através disso é possível encontrar o gato ideal”, disse a veterinária Victoria Vazquez.

Ela explica que gatos com pelos longos exigem cuidados maiores, assim como algumas raças específicas, como os persas. “Não é que ele solte mais pelos, porém, acabam sendo mais visíveis”, afirma.

Por isso, a veterinária indica que quem tem menos tempo deve procurar gatos menores e com pelos mais curtos. “Os da raça Ragdolls são mais recomendados para quem tem uma personalidade mais calma, pois gostam de colo, são mais tranquilos”, sugere. Victoria informou que a raça mais procurada ainda é a Persa. “Porém, eles dão um pouco mais de trabalho, devido o seu pelo ser mais longo”.

Além da escolha certa através da personalidade, a pessoa deve observar os cuidados com a saúde do animal. “A alimentação precisa ser bem controlada, com rações de alta qualidade. Isso influencia diretamente no pelo, na saúde”, comenta Vázquez. Ela aponta que a maior causa de problemas urinários é por causa de rações com alta quantidade de corante, ou porque são alimentados de maneira errada.

A veterinária orienta que é preciso enverminar a cada seis meses e vacinar anualmente, além da importância da castração. “Isso previne doenças, como o câncer e até uma pseudogravidez, que também acontece com os gatos. Além disso, o gato não tem mais necessidade de ‘marcar território’, por isso acaba urinando apenas no lugar certo”.

Estética animal

A qualidade de vida do gato também pode ser melhorada por outros fatores, entre eles o banho e a tosa. “Muitas vezes as pessoas falam que tem alergia a gatos, mas na verdade isso pode ser por causa da poeira que se acumula no pelo dos gatos. Por isso, a questão estética pode melhorar muito com uma higienização, uma escovação bem feita”, explica Val Santarem, que trabalha como “esteticista animal”.

Santarem destaca que o trabalho hoje vai além do simples banho e do corte do pelo. Os profissionais indicam os produtos de higiene corretos para cada tipo de raça e auxiliam até mesmo para evitar alguns problemas. “Tem pessoas que reclamam que os gatos arranham demais. Para casos assim, podemos aparar as unhas ou até mesmo usar protetores de silicone, que previnem esses acidentes”, conta o esteticista.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Entre elas, algumas bem diferentes, como os gatos Maine Coon, conhecidos como a ‘gigante gentil’, por causa do tamanho, que pode chegar até 1,20 de comprimento, e pela docilidade. “Apesar do aspecto mais selvagem, é uma espécie muito dócil e carinhosa”, conta Márcia Oliveira, uma das expositoras dessa raça.

Também estão sendo expostos gatos de raças ainda raras aqui no Brasil, como a Scottish Fold e a American Curl. Uma das criadoras é Ana Cláudia Andrade, que é advogada mas está finalizando o curso de Veterinária, motivada pelo amor aos gatos. “O Scottish é conhecido como o ‘gato de botas’, enquanto o American é chamado por muitos de ‘Peter Pan’, porque nunca perde o jeito brincalhão”.

 

 

 

 

 

 

A catarinense Carla Janke é uma destes amantes, que participam da exposição. Ela é coordenadora de projetos e tem um gatil em Blumenau (SC), com 15 gatos da raça Ragdolls. Ela conta que a paixão pelos gatos começou quando era criança e ficou ainda maior com o tempo. “Uma vez estava na Alemanha e confesso que até consegui ficar longe da família. Mas, depois de dois meses, não aguentei e tive que conseguir um gato para ser minha companhia”, disse.

“Eu já tive cachorro, mas ter uma gata é muito diferente. Ela é muito carinhosa e se identifica com tudo que a gente faz. É praticamente uma filha”, diz a veterinária Jacqueline Galhardi, que resolveu ter um gato Maine Coon depois de começar a trabalhar em uma empresa que vende rações para felinos.


A acupuntura busca tratar o paciente como um todo e não como um ser dividido em pedacinhos

19 junho 2013 às 16:53

POR: PATRICIA BOCCIA E DANIELA TALAMONI

Provar que o toque das agulhas é capaz de excitar as células nervosas da pele, atingir o Sistema Nervoso Central (SNC) e estimular o cérebro a produzir analgésicos e antiinflamatórios naturais foi fácil. Afinal, o princípio é muito semelhante ao da massagem (com agulhadas no lugar do vaivém das mãos) e favorece a liberação de substâncias capazes de aliviar as tensões musculares, as dores e de promover o bem-estar geral. Basta uma sessão de acupuntura, aliás, para atestar esse benefício na prática.

O problema foi convencer pacientes e médicos, especialmente os do Ocidente, de que a técnica nascida há 5 mil anos na China era capaz de fazer muito mais pela saúde: como reduzir a pressão arterial, equilibrar os níveis de glicemia no sangue, afastar as crises de asma, controlar os sintomas da esquizofrenia, dar uma forcinha para a memória e até conter a ejaculação precoce. Não é à toa.

A medicina chinesa enxerga o corpo de uma forma muito diferente dos ocidentais. Imagine o organismo humano como um televisor: enquanto o Ocidente se especializou na manutenção do aparelho e na substituição de peças avariadas, os orientais sempre olharam com atenção a energia que move o mecanismo. Para eles, corrente regulada significa aparelho funcionando bem. Já uma rede com níveis baixos ou elevados de energia fazem o aparelho funcionar mal.

Deste lado do hemisfério, os males são associados a vírus, bactérias, proliferação de células doentes e os tratamentos costumam ser pontuais e cada vez mais específicos. Enquanto que para os orientais, as doenças são desencadeadas por um desequilíbrio energético, a acupuntura atuaria em pontos certos do corpo para desbloquear o fluxo de energia e manter o organismo funcionando em harmonia. Filosofias e princípios à parte, na tentativa de traduzir a teoria da energia vital para uma explicação menos mística e mais fisiológica e científica, o Ocidente passou a financiar pesquisas para comprovar a eficácia da técnica e, finalmente, descobriu e aceitou o seu poder terapêutico.

Resultado: a acupuntura deixou o limbo das práticas alternativas e passou a integrar o Olimpo da ciência contemporânea. Ainda não se consegue esclarecer por completo quais os mecanismos acionados pelas agulhas que possibilitam o alívio ou a cura dos sintomas das doenças não necessariamente ligadas à dor. Mas que a técnica funciona ninguém mais duvida.

Aval científico

A acupuntura vem colecionando ao longo dos anos provas científicas do seu poder terapêutico. Na década de 80, após 25 anos de pesquisas, a Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou o documento Acupuncture: review and analysis of reports on controlled clinical trials, no qual expõe os resultados destes estudos. Neste estudo, que foi atualizado em 2002, é analisada a eficácia das agulhas em comparação ao tratamento convencional para mais de 200 doenças ou sintomas. Há uma lista com 41 doenças em que a técnica resolveu mais de 30% dos casos ou foi até mais efi- caz do que os remédios.

E o estudo mais recente, embora não tenha recebido o reconhecimento dos acupunturistas brasileiros, por tratar-se de um trabalho isolado, chama atenção para duas novidades capazes de deixar o método ainda mais popular: um possível aumento na possibilidade de aplicação das agulhas na medicina e a constatação de que em muitos casos a técnica pode resolver o problema sozinha. O pesquisador Du Yuanhao, do Centro de Pesquisa de Acupuntura Chinesa de Tianjin, garante ser possível tratar 461 doenças, relacionadas aos sistemas nervoso, digestivo, genitourinário, aos músculos e ossos e à pele. E que ele conseguirá dividi-las em três categorias: as que podem ser curadas apenas mediante a utilização da acupuntura; aquelas para as quais ela é o tratamento principal e os males nos quais as agulhas podem só ajudar.

Em nosso país, a acupuntura é aplicada em diversas áreas. “Da pediatria à psiquiatria e até em casos em que ela não tem indicação absoluta, mas ajuda a melhorar o estado geral do paciente, como em moléstias infecciosas, recuperações cirúrgicas e tratamentos de câncer”, conta o médico Ruy Yukimatsu Tanigawa, presidente da Associação Médica Brasileira de Acupuntura (AMBA).

As agulhadas na prática – A grande maioria dos pacientes que procura acupunturistas já peregrinou por inúmeros consultórios e tem um diagnóstico claro do problema que os aflige. Desse total, 80% quer se livrar de alguma dor. Embora seja conhecida pela eficácia em conseguir aplacála, a verdade é que a medicina chinesa é muito mais ampla. “Além da acupuntura, quando se trata em aplicação da medicina chinesa, também está se falando de uso de plantas e minerais, alimentação equilibrada e exercícios terapêuticos, como massagens”, ex pli ca o cirurgião vascular Wu Tou Kwang, um dos pioneiros no ensino da técnica no país e diretor do Centro de Estudos em Acupuntura e Terapias Alternativas (CEATA).

Os estudos avançaram de tal forma e abrangem tantos campos que, hoje, falar só do efeito analgésico é pouco.

“O objetivo central da acupuntura é basicamente prevenir doenças”, explica Jou El Jia, médico e professor de acupuntura da Faculdade de Medicina de Jundiaí, de São Paulo. Além disso, a técnica busca tratar o paciente como um todo e não como um ser dividido em pedacinhos.

O problema é que, culturalmente, a procura por um tratamento só ocorre quando o paciente está sentindo algo ou já ficou doente. Neste sentido, o acupunturista pode resolver a maioria das doenças. Em outras, porém, pode ajudar com os sintomas. “Um paciente com câncer, por exemplo, pode beneficiar-se da acupuntura para driblar os efeitos colaterais da quimioterapia e também pode aumentar a sua resistência física para o tratamento convencional, mas deve ser enviado para um oncologista, que detém o conhecimento das mais modernas ferramentas para acabar com a doença”, alerta Hong Jin Pai, médico da equipe de Acupuntura do Centro de Dor do Hospital das Clínicas, de São Paulo, e diretor de relações internacionais da Sociedade Médica Brasileira de Acupuntura (SMBA).

Fonte: Site Revista Viva Saúde


Paciente Ranny e o tratamento de questões oftalmológicas veterinárias

12 junho 2013 às 16:36

Sabia que a Acupuntura e a Fitoterapia Chinesa também podem ajudar em alterações oculares? A paciente Ranny, por exemplo, tem se beneficiado dessas técnicas milenares. Estamos em tratamento para combater a perda da visão ocasionada pela atrofia de retina, que após uma eletrorretinografia, acompanhada por colega veterinário oftalmologista,  resultou em um diagnóstico de perda de sensibilidade completa à luz, ou seja, cegueira.

Após 1 mês de tratamento já estamos observando contração de pupilas quando o animal fica em ambiente iluminado e a proprietária tem relatado cada vez mais episódios do animal seguindo com os olhos algum movimento da casa!

 

 

 

 

 

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YouTube – Canal Flor de Lótus Acupuntura

5 junho 2013 às 18:07

Na Flor de Lótus Acupuntura os animais também viram celebridades. Além das fotos que tiramos de alguns, também gravamos vídeos! Entrem no nosso canal do YOUTUBE e vejam nossos queridos pacientes e suas recuperações, além de dicas e muito mais!

http://www.youtube.com/user/flordelotusvet

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As raças mais inteligentes do mundo!

2 maio 2013 às 17:51

Existem muitas raças de cachorros, e cada uma tem suas características, tanto físicas quanto orgânicas. A inteligência do cão faz parte dessas características de acordo com cada raça. Conforme o autor do livro “A inteligência dos cachorros”, existem três tipos de inteligência canina, a adaptativa, que é a capacidade de resolver problemas e aprender, a instintiva e a de trabalho, que é a obediência.

A primeira inteligência é individual e específica para cada cachorro.

Conheça as 10 raças que obedecem a um determinado comando com apenas 5 repetições, ou, em 95% dos casos, na primeira apresentação do comando:

1º Lugar - Border Collie;

2º Lugar – Poodle;
3º Lugar - Pastor Alemão;
4º Lugar - Golden Retriever;
5º Lugar – Doberman;

6º Lugar – Shetland;
7º Lugar - Labrador Retriever;
8º Lugar – Papillon;

9º Lugar - Rottweiler;
10º Lugar - Australian Cattle Dog.

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Os sentidos sensoriais dos cachorros

17 abril 2013 às 16:58

Na vida humana existem 5 sentidos sensoriais, são eles: visão, audição, paladar, olfato e tato. Utilizamos esses sentidos para ver, ouvir, apreciar tipos de sabores diferentes, cheirar e sentir estímulos quando tocamos em alguma coisa. Os cachorros também possuem esses sentidos, mas possuem limites e diferenças quando comparados aos humanos.

Entender esses fatores para o convívio com o seu pet é muito importante!

Olfato

O olfato é o sentido mais importante para os cachorros, e é conhecido por ser cem mil vezes mais poderoso que o olfato dos humanos. Os cães utilizam o olfato para a comunicação, para reconhecer marcações territoriais e detectar amigos ou inimigos.

Audição

Esse sentido nos cães é altamente desenvolvido. Eles possuem orelhas que capturam sons vindos de todas as direções e podem usar somente uma orelha para ouvir a origem do som e depois a outra para captar novas e mais ondas sonoras.

Visão

A visão dos cachorros é parecida com a dos humanos, mas é um pouco inferior. Os cães enxergam cores e visualizam formas estáticas, mas as imagens que eles captam não possuem tantos detalhes.

Tato

O tato é o primeiro sentido desenvolvido pelos cachorros. Assim como os humanos eles possuem receptores tatéis por todo o corpo.

Paladar

Esse sentido está relacionado, para os cachorros, com o olfato. O paladar dos cães é menos desenvolvido que dos humanos, mesmo assim eles conseguem saborear o doce, o amargo e o ácido.

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A queda de pelos: problema ou não?!

12 abril 2013 às 19:58

 

Pluto Antes (fonte da imagem: arquivo pessoal)

Pluto Depois (fonte da imagem: arquivo pessoal)

Uma questão constantemente levantada em nossos consultórios é a fatídica queda de pelo dos animais. Hoje vamos ajudar a sanar algumas dúvidas e auxiliar os proprietários a manterem os seus lares menos “peludos”.

A queda de pelos de um cão ou gato pode ser sazonal, ocorrendo sempre no início das estações mais frias ou mais quentes (ou seja, no início do outono e no início da primavera). Mas existem raças que apresentam mais queda de pelos do que outras e isso é devido, na maioria das vezes, ao caráter genético de origem da raça e seus cruzamentos.

A queda de pelo saudável é aquela que não deixa espaços aparentes na pele, ou seja, que mantém a cobertura pilosa normal. Essa troca de pelo pode ocorrer no dia-a-dia para a renovação do pelame, ou pode ocorrer de maneira sazonal para a troca de um pelo mais curto por outro mais longo, e vice-versa.

Os gatos podem também apresentar, nas fêmeas, um outro tipo de queda de pelos que não deixa de ser notada. As gatas prenhes quando estão próximas ao parto podem perder pelos de seu corpo, e essa queda acentuada de pelos pode durar todo o período de amamentação.

Alterações como: caspas, feridas, pontinhos amarelos, prurido intenso, áreas com falta de pelo (alopecias), secreções ou odores na pele, podem ser indícios de problema de saúde. A questão de saúde em si pode estar diretamente relacionada a pele ou ao organismo como um todo.

Algumas deficiências vitamínicas ou minerais podem levar ao enfraquecimento da defesa da pele ou o enfraquecimento da formação pilosa … e algumas doenças (endócrinas, por exemplo) podem ser a base para o aparecimento dessas deficiências.

Alimentos naturais com alta concentração de ferro, cobre, zinco e manganês podem ajudar na suplementação e os óleos com ômega 3, 6 e 9 também entram com força nessa briga.

Outros fatores causadores de problemas de pele nos animais e no aumento da queda pilosa são os ectoparasitas e as alergias. Os parasitas de pele nem sempre são visíveis e em sua maioria só são percebidos quando já estão causando o estrago, como é o caso dos ácaros causadores das famosas sarnas! O cuidado intenso com a presença de carrapatos e pulgas é muito importante do ponto de vista estético e epidemiológico também, já que pode ocorrer a transmissão de doenças (inclusive para o ser humano!).

O banho pode, em alguns casos, ser o vilão do problema de pele!

A constante retirada da camada oleosa da pele pelos shampoos e sabonetes utilizados, assim como a queimadura da camada superficial da pele pela água quente e secador, podem ocasionar sérias questões alérgicas ou retirar a proteção superficial, deixando-a vulnerável ao crescimento descontrolado da própria flora de bactérias e fungos.

 

Uma ótima semana a todos!

Referências:

http://www.natural-dog-health-remedies.com/hair-loss-in-dogs.html

http://www.revistapulodogato.com.br/pulodogato/materia_queda_de_pelo_em_felinos.php

http://www.ehow.com/way_5305366_canine-hair-loss-treatments.html

http://veterinarynews.dvm360.com/dvm/article/articleDetail.jsp?id=53802

 


Como escolher o seu futuro melhor amigo? Raças: Poodle Toy

13 março 2013 às 19:25

Fonte da Imagem: Arquivo pessoal

O poodle é um cão quadrado em proporções, com porte orgulhoso e aparência elegante. Ele deve se mover de maneira leve e sem esforço. O poodle foi criado para o trabalho de retriever, e sua conformação deve refletir seu porte atlético. A pelagem é encaracolada, dura e densa. Os pelames tradicionais derivam da função do seu revestimento, da proteção e isolamento das articulações do cão, e do seu peito.

O poodle é uma das raças mais brilhantes e de mais fácil treinamento. É alerta, ágil, brincalhão, alegre, sensível e ansioso para agradar. Ele é dedicado à sua família, mas alguns podem ser reservados com estranhos, e outros podem latir muito.

Sobre a raça:

FAMÍLIA – cão d’água, cão companheiro

ÁREA DE ORIGEM – Europa Central

DATA DE ORIGEM – 1500

FUNÇÃO ORIGINAL – retriever, caça

FUNÇÃO HOJE – companhia

Tamanho médio de MACHO – Altura: <20 cm Peso: 3-8kg

Tamanho médio de FEMEA – Altura: <20cm Peso: 3-8kg

Nível de Energia – Alto

Necesside de Exercício – Baixo

Atividade – Brincalhão

Nível de carinho  – Afetuoso

Simpatia para cães – Amigável

Simpatia para outros animais- Amigável

Simpatia para estranhos – Muito amigável

Facilidade de treinamento – Fácil

Habilidade – Cão muito observador

Habilidade de Proteção – Não muito protetor

Tolerância ao frio – Baixa

Tolerância ao calor – Média

Poodles precisam de muita interação com as pessoas. Eles também precisam de exercício físico e mental. Essas necessidades de exercício podem ser atendidas com uma pequena caminhada ou até mesmo jogos de interior. Não é uma raça que deve viver sempre fora, apesar de gostar de acesso a um quintal. Sua pelagem deve ser escovada todos os dias, pois o pelo do poodle quando solto não cai, ficando preso nos pelos circundante, o que pode causar nós se não forem removidos. A tosa deve ser feita pelo menos quatro vezes por ano, com o rosto e os pés cortados mensalmente.

Embora a maioria dos poodles seja profissionalmente cuidada, os proprietários devem aprender a escovar o seu próprio cão.

Principais doenças:

• Preocupações principais: Atrofia progressiva de retina, luxação de patela, displasia coxofemoral, epilepsia;

• Preocupações menores: Triquíase, entrópio, atresia de ducto lacrimal, catarata;

• Ocasionalmente visto: Urolitíase, degeneração do disco intervertebral;

• Testes sugeridos: Olho e radiografias de joelho e quadril;

• Tempo de vida: 12 – 14 anos.

Embora o poodle seja mais frequentemente identificado como originado na França, seus primeiros antepassados ​​eram provavelmente cães da Ásia central, encaracolados e revestidos de pelos, que auxiliavam no pastoreio, seguindo muitos caminhos em várias partes da Europa.

Talvez a mais antiga encarnação do poodle tenha sido o Barbet, um cão de pelo encaracolado, distribuído na França, Rússia, Hungria e outros países. É a versão alemã, no entanto, que exerceu a maior influência sobre o poodle de hoje.

Na verdade, a palavra poodle vem do pfudel, palavra alemã que significa “poça” ou “espirrar”, provavelmente refletindo as habilidades do cão de água. Na França, ele era conhecido como caniche ou canard chien, ambos referindo-se a suas habilidades de caça aos patos.

Assim, a partir do pastoreio e de caças na água o poodle se tornou um companheiro de caça talentoso. O poodle também foi utilizado em serviços como: cão militar, cão guia, cão de guarda, puxador de carroça para os artistas e, eventualmente, como artista de circo.

Sua pelagem era curta perto da barriga para facilitar a natação, mas deixava-se um pouco mais sobre o peito para aquece-lo na água fria. Embora alguns acreditem que os pedaços de pelo em torno das articulações do pé e ponta da cauda sejam para a proteção, a evidência mais convincente sugere que surgiram como decoração mesmo.

O poodle passou a ser um companheiro elegante para senhoras elegantes. Tornou-se favorecido pela aristocracia francesa e o cão nacional da França. Sua tosa característica acentuou-se, e um bem-sucedido esforço foi feito para aperfeiçoar os espécimes menores. O Poodle entrou no “ring show” no final de 1800.

A popularidade do poodle na América diminuiu de modo que no final de 1920, com os poodles quase desapareceram na América do Norte. Na década de 1930, no entanto, a raça encenou um retorno que, eventualmente, o colocou como o cão de todos os tempos mais popular na América.

 

Fonte do texto: http://animal.discovery.com/breed-selector/dog-breeds/toy/poodle-toy.html

Tradução: Carolinne Torres

 


Como escolher o seu futuro melhor amigo? Raças: Golden Retriever

6 março 2013 às 19:59

O golden retriever é um cão atlético e forte, capaz de transportar itens pesados por terra e água. Para isso, ele precisa de uma cabeça larga, uma poderosa mandibular, um pescoço forte e bem desenvolvidas partes dianteiras e traseira. É apenas um pouco mais longo do que alto. A marcha é suave, poderosa e com boa cobertura de solo. A pelagem é repelente de água e densa, com o revestimento exterior liso ou ondulado.

Fonte da imagem: http://www.caesmania.com

O Golden retriever é conhecido por sua natureza dedicada e obediente como um companheiro da família. Ele é amigo de todos.  Os retriever são bem esportivos e anseiam por um dia de corrida no campo. Quando ignoramos a sua natureza ativa e o físico poderoso, podemos ter problemas de comportamento, e portanto, precisamos realizar exercícios físicos e mentais diários.

Suas atitudes tendem a ser excessivamente exuberantes e turbulentas, e seu entusiasmo por tudo muitas vezes o distrai durante o treinamento. No entanto, ele sempre está ansioso para agradar e gosta de aprender. As realizações de um Golden em obediência competitiva são notáveis. Ele gosta especialmente de jogos que envolvem recuperar objetos e gosta de carregar itens em sua boca.

 

A raça e suas propriedades:

FAMÍLIA – Gundog, retriever

ÁREA DE ORIGEM – Inglaterra

DATA DE ORIGEM – 1800

FUNÇÃO ORIGINAL – recuperar caça

FUNÇÃO DE HOJE – recuperação, assitência, obediência, ensaios de campo de busca

TAMANHO MÉDIO DE MACHO – Altura: 50 a 60cm Peso: 30 a 50kg

TAMANHO MÉDIO DE FÊMEAS – Altura: 45 a 50cm Peso: 25 a 45kg

NÍVEL DE ENERGIA – Alto

EXERCÍCIO – Alta necessidade

BRINCADEIRAS – Muito brincalhão

AFETO – Muito carinhoso

COM OUTROS CÃES – Amigo

COM OUTROS ANIMAIS – Desconfiado

FACILIDADE DE TREINO -  Média-alta

 

Fonte do texto: http://animal.discovery.com/breed-selector/dog-breeds/sporting/golden-retriever

Tradução: Carolinne Torres

 


Como escolher o seu futuro melhor amigo? Raças: Border Collie

27 fevereiro 2013 às 21:07

Fonte da Imagem: Arquivo pessoal

Este é um cão médio e de ossatura forte, ligeiramente mais longo do que alto, combinando graça, agilidade e resistência. Seu trote é suave, bom corredor e incansável, movendo-se com discrição e força. O Border collie é capaz de mudar de velocidade e direção rapidamente e são capazes de exibir agilidade incrível, mesmo depois de trabalhar por longos períodos. A pelagem pode ser lisa ou áspera, a lisa é curta em todo o corpo, e os de pelos ásperos possuem fios de médio a longo comprimento e a textura ligeiramente ondulada. Sua expressão é inteligente, alerta, ansiosa e cheia de interesse, um reflexo de seu temperamento.

O Border collie é um cão de ampla energia, mental e física, aguardando sua chance de ser desencadeada sobre o mundo. Está entre os mais inteligentes e obedientes cães, não deixa de ser um cão caseiro, mas passa a ser desastroso se não for dado a ele um trabalho desafiador a cada dia.

Quando faz exercício suficiente, é um companheiro confiável e leal. Tem uma intenção em tudo o que faz e tende a olhar nos olhos, o que pode ser irritante para outros animais. Ele também gosta de perseguir outros animais. É reservado, e possui instinto de proteção em relação a estranhos.

 

A raça e suas propriedades:

FAMÍLIA – livestock, pastoreio

ÁREA DE ORIGEM – Grã-Bretanha

DATA DE ORIGEM – 1800

FUNÇÃO ORIGINAL – pastoreio de ovelhas

FUNÇÃO DE HOJE – pastoreio, ensaios de pastoreios, obediência, agility

TAMANHO MÉDIO DE MACHO – Altura: 30 a 50cm Peso: 10 a 25kg

TAMANHO MÉDIO DE FÊMEAS – Altura: 30 a 50cm Peso: 10 a 25kg

NÍVEL DE ENERGIA – Alto

EXERCÍCIO – Alta necessidade

BRINCADEIRAS – Muito brincalhão

AFETO – Moderadamente carinhoso

COM OUTROS CÃES – Amigo

COM OUTROS ANIMAIS – Tímido

FACILIDADE DE TREINO -  Alta

TOLERÂNCIA A TEMPERATURAS EXTREMAS – Média

Poucas raças são tão orientadas para o trabalho como o Border collie. Este é um cão que precisa de um emprego. Ele precisa de muita atividade física e mental a cada dia para satisfazer sua busca por trabalho. Ele pode viver ao ar livre, mas gosta de estar com sua família dentro de casa também. Este é um cão que não pode viver em um apartamento e que deve ter preferencialmente o pronto acesso a um quintal. Sua pelagem precisa escovar ou pentear duas vezes por semana.

Questões a serem consideradas:

  • Preocupações principais: Displasia Coxofemoral
  • Preocupações menores: atrofia progressiva de retina, luxação do cristalino, anormalidade congenita ocular do collie, patência do ducto arterioso e persistência de membrana pupilar
  • Problema ocasionalmente visto: atrofia cerebelar, lipofuscinose ceróide, surdez
  • Tempo médio de vida: 10 a 14 anos
  • Observação: Sugere-se os testes para displasia coxofemoral e atrofia de retina

O Border collie é o resultado de mais de um século de cruzamentos para a função de pastoreio. Em 1800 uma variedade de cães de pastoreio de ovelhas com diferentes estilos de pastoreio existentes na Grã-Bretanha, começou a ser cruzada entre si. Alguns foram “buscar” os cães que possuiam uma tendência inata para a busca circular de rebanhos e a capacidade de trazê-los de volta para o pastor.

A maioria destes eram cães barulhentos, com tendência para beliscar e morder enquanto realizavam o seu trabalho. Mas a superioridade de certos cães eram apenas natural, e em 1873 a escolha do cão pastor real foi realizada a fim de definir algumas das atribuições que esses deveriam possuir. Este concurso, indiretamente, levava para os Border collies a sua primeira linhagem, por meio de um cão chamado Hemp, que assim distinguiu-se em ensaios de pastoreio e gerou um grande número de descendentes. Ele não arrebanhava pelo ladrar e morder, mas com calma e olhando para as ovelhas (“dar o olho”), intimidá-las em movimento. Esse é considerado o pai do Border collie.

Em 1906 a primeira norma da raça foi elaborada, mas ao contrário dos padrões físicos da maioria das raças, esta era uma descrição da capacidade de trabalho, sem ter em conta a aparência física. Esta característica moldou a raça desde então. Na verdade, os cães foram ainda referidos simplesmente como cães pastores, e somente em 1915 foi gravado pela primeira vez o nome Border collie, em referência à origem do cão em torno das fronteiras inglesas e escocesas.

O Border collie veio para a América imediatamente deslumbrando pastores sérios com seus pastoreio e capacidade de obediência. Na verdade, este último abriu uma nova porta para a raça como uma das mais competitivas raças em provas de obediência. Os Borders collies têm trabalhado duro para ganhar a reputação de uma das mais inteligentes raças de cães do mundo. Como uma da raça intocada pela ênfase cosmética os criadores de Collie lutaram ativamente para ganherem o reconhecimento do AKC como um cão show. Em 1995, no entanto, a AKC reconheceu a raça.

 

Fonte do texto: http://animal.discovery.com/breed-selector/dog-breeds/herding/border-collie.html

Tradução: Carolinne Torres

 


Como escolher o seu futuro melhor amigo? Raças: Dachshund

20 fevereiro 2013 às 16:56

Fonte da Imagem: arquivo pessoal

O dachshund possui um longo corpo e uma estatura baixa que lhe permite entrar e circular livremente dentro dos limites de um pequeno espaço ou túnel, sem se machucar, possui também uma mandíbula e a força necessária para superar sua pequena estatura e agarrar sua presa. E sua confiança, o instinto de caça, nariz afilado e voz também são de ajuda significativa no subterrâneo de caça. A agilidade, liberdade de movimento e resistência são necessários para o trabalho do dachshund, e sua marcha é fluida e suave. O dachshund tem uma expressão energética agradável. Cada uma das três variedades de pelagem tem atributos especiais: O pelo curto e brilhante, dá uma certa proteção contra os elementos da natureza, o longhair ou pelo longo é elegante, às vezes um pouco ondulado, fornecendo um pouco mais de proteção, e o pelo duro, tem a pelagem cheia, grossa e dura com uma fina camada de subpêlo, fornecendo proteção máxima.

O dachshund é ousado, curioso e está sempre pronto para aventuras. Ele gosta de caçar e cavar, seguindo seu extinto pelo olfato. Ele é independente, mas vai participar das atividades de sua família sempre que dada uma chance. É bom com as crianças em sua própria família, mas alguns podem estranhar crianças alheias. Na sua grande maioria são reservados com estranhos.

A variedade de pelo longo pode ser mais tranqüila e menos agressiva, enquanto os pelos curtos podem ser mais extrovertidos e alguns minis são mais propensos à timidez.

 

A raça e suas propriedades:

FAMÍLIA – scenthound, terrier, dachshund

ÁREA DE ORIGEM – Alemanha

DATA DE ORIGEM – 1500 d.c.

FUNÇÃO ORIGINAL – caçar texugos

FUNÇÃO DE HOJE – ensaios de campo, caça espostiva

TAMANHO MÉDIO DE MACHO – Altura: 10 a 30cm Peso: 2 a 10kg

TAMANHO MÉDIO DE FÊMEAS – Altura: 10 a 30cm Peso: 2 a 10kg

OUTRO NOME – teckel (miniatura: zwergteckel)

 

Embora os dachsunds sejam ativos, suas necessidades de exercício podem ser atendidas com caminhadas moderadas na coleira e jogos no quintal. O dachsund é favorável à vida na cidade e convive bem num apartamento, mas ainda é um caçador de coração e gosta de incursões para as florestas.

Embora possa viver ao ar livre em dias quentes, o melhor é dormir dentro de casa. O revestimento liso do pelo requer preparação mínima para temperaturas mais amenas.  A pelagem longa requer também escovação uma ou duas vezes por semana e ocasional corte dos pelos dispersos. O pelo duro por sua vez requer escovação uma vez por semana, com ocasionais tosas e stripping para remover os pelos mortos duas vezes por ano.

 

Questões a serem consideradas:

Preocupações principais: doença do disco intervertebral

• Preocupações menores: ceratoconjuntivite seca

• Problema ocasionalmente visto: epilepsia, diabetes, luxação da patela, surdez, torção gástrica

• Tempo médio de vida: 12 – 14 anos

• Observação: A obesidade é um grande problema para o dachshund. Dachshunds tendem a ter excesso de peso, o que, por sua vez, predispõe o aparecimento precoce da doença de disco intervertebral.

 

Um pouco de história…

O dachshund como uma raça não foi encontrado até o século 16, quando foi feita referência a um cão “baixo e torto de patas” chamado de ”cão de toca, cão dacksel ou texugo”. O nome moderno dachshund significa simplesmente cão-texugo, sendo dachs hund em alemão. Estes caçadores tenazes seguem sua presa, entram em sua toca, e a retiram para depois matá-la.

O dachshund vem em três variedades de pelagem e dois tamanhos. Os dachshunds originais eram de pelos lisos e surgiram a partir de cruzamentos do bracke, um ponteiro miniatura de origem francesa, com o pinscher. Algumas xilogravuras do século 16 fornecem evidências de mais dachshunds de pelos longos como cães. É também possível que os dachshunds lisos se origirassem dos cruzamentos com spaniels e o stoberhund alemão (um cão de arma), para produzir uma variedade de pelos compridos. Menção é feita a eles já em 1797, mas estes cães não foram cuidadosamente criados e alguns mais modernos foram criados em torno do final do século 19 pelo cruzamento de dachshunds com o pinscher alemão e o dandie dinmont terrier.

Cada uma dessas variedades foi adequada ao máximo para a caça em terrenos e condições climáticas ligeiramente diferentes, mas todas são fortes e capazes de caçar texugos, raposas e outros mamíferos de pequeno porte.

Antes de 1900, dachshunds muito pequenos foram criados para ir à caça de pequenos mamíferos por terrenos acidentados, como os coelhos. Embora alguns fossem simplesmente naturais, outros foram intencionalmente produzidos a partir de cruzamentos com terriers pequenos ou pinschers. A maioria das miniaturas resultantes não saiu como o dachshund, no entanto. Em 1910, critérios mais rigorosos foram adotados para tipos e pelagens, com cruzamentos com raças diferentes para atingir os melhores resultados.

O dachshund, desde então, encontrou o seu nicho real como um animal de estimação da família, constantemente crescendo em popularidade para manter seu lugar como um dos cães mais populares na América.

 

Fonte do texto:http://animal.discovery.com/breed-selector/dog-breeds/hound/dachshund-miniature.html

Tradução: Carolinne Torres

 

Uma ótima semana!


Você deveria beijar seu cão?

13 fevereiro 2013 às 21:20
Por Nicole Pajer
Tradução Carolinne Torres

Fonte da imagem:http://blogs.westword.com/latestword/2009/10/wondering_how_to_give_your_shi.php

“(…) Em 2011 um grupo de pesquisadores Japoneses coletaram amostras de placas dentárias de 66 cães e 81 humanos que visitaram a escola de treinamento canino e clínica animal de Okayama no Japão. As placas foram analisadas em microscópio e vestígios de bactérias foram procurados. Como os pesquisadores previram – e publicaram no jornal Arquives of Oral Biologytanto homens quanto cães apresentam bactérias em suas bocas, podendo potencialmente transferi-las de um para o outro através de um beijo. (…)”

Quer ver o artigo na íntegra?! Entre o link abaixo e descubra mais sobre o mundo canino.
www.cesarsway.com

Ótima semana a todos!